quarta-feira, 9 de maio de 2012

Dança Cariri é Chic.


DANÇA CARIRI

 

Para o Guerreiro chamado Alysson Amâncio

Dança CaririDança Cariri

227748_10150164404725974_593595973_7120447_1400393_nAlexandre Heberte 7 de abril de 2012 (3)

Dança Cariri, para um Guerreiro chamado Alysson AmâncioAlexandre Heberte 12 de fevereiro 2012 (8) (1)

 

Ligar o som e dançar. Dançar sem som, dançar. Sempre.

Quando recebi e-mail oficial sobre TENET 2012, informava entre outras coisas que o tema seria o preto, acontece que já vinha trabalhando com essa cor para o inverno 2012 João Pimenta. Seis meses de tramas e urdumes pretos nos teares de pente liço, dois e quatro quadros e ainda no tear de papelão. Juan Ojea até brincou: Alex será fácil para você. Fácil nunca é, mas fazer a coisa ser divertida é essencial. Resolvi que ao invés de usar as técnicas da tecelagem, sairia do conforto para experimentar dar mil nós sobre estrutura de arame, para homenagear meu irmão Alysson Amâncio, um guerreiro que usa o corpo e a dança para viver melhor, e fez do seu sonho um objetivo de vida. Está lá no Cariri fazendo toda diferença. Parabéns Alysson Amâncio, por tudo, sou seu fã, tenho muito orgulho de você.

Ligo o som, minhas mãos dançam e amo.

 

 

Alexandre Heberte Alexandre HeberteAlexandre Heberte 12 de fevereiro 2012 (14)Alexandre Heberte 12 de fevereiro 2012 (15)Alexandre Heberte 12 de fevereiro 2012 (16)TENETAlexandre Heberte 12 de fevereiro 2012 (19)Alexandre Heberte 12 de fevereiro 2012 (23)Alexandre Heberte 12 de fevereiro 2012 (24)

 

Alexandre Heberte

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Receita de suco

 

Uma pausa no trabalho para tomar suco de cenoura, maçã, limão, gengibre e um piscar de canela,

chove desde ontem na cidade, ultimo dia do mês abril

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Alexandre Heberte

domingo, 25 de março de 2012

Espaço da laçada

 

registro fotográfico Diego Linard

 

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No espaço da laçada

pela amarração dos pedais

mil pedaladas…

imagens tecidas por Diego Linard

durante encontro com o mestre tecelão Manoel de Jesus.

 

 

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“Via ele ali com seu instrumento de trabalho, olho grudado, mãos rápidas…"

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Muitas vezes olhei para onde olhava, juntos. Ah! Que lindo…


Tanta coisa para ver nesse mundo, nos separávamos.

“Quando dava fé, cadê Diego”. Foi por ali, dizia Nis Brasil.

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Catando o que só o olho pode catar. Tão individual de cada um o olhar. Mas quando somos muitos, e tantos flash, livros;

surpresa de (re-)ver a mesma coisa, só que pelo olhar do outro, de fora… De boca cheia. Eitá.

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“Tudo dói tudo dói tudo dói

VIver é um desastre que sucede a alguns/ nada temos sobre os não nenhuns/ Que nunca viram

As cascas das árvores crescem no escuro/ as cascastas a 24 fotogramas por segundo/ os vocabulos iridescem/ os hipotálamos minguam

Tudo é singular

Dói/ Tudo dói (Canta GAL)

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IMG_8912IMG_8913IMG_8916IMG_8919IMG_8917IMG_8918Tecelagem brasileira Manoel de Jesus

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Mansidão…"vasto chão, sensação feliz, seda, linho, lã, cetim”.

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IMG_8985IMG_8987Tecelões Manoel de Jesus e Alexandre HeberteNivia Uchôa e Alexandre HeberteIMG_8986

 

Capim, mato, gato.

 

Amei Di, obrigado de coração pelo carinho, pela companhia, pela presença.

 

Alexandre Heberte

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