ALEXANDRE HEBERTE
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
DANÇA CARIRI
Para o Guerreiro chamado Alysson Amâncio
Ligar o som e dançar. Dançar sem som, dançar. Sempre.
Quando recebi e-mail oficial sobre TENET 2012, informava entre outras coisas que o tema seria o preto, acontece que já vinha trabalhando com essa cor para o inverno 2012 João Pimenta. Seis meses de tramas e urdumes pretos nos teares de pente liço, dois e quatro quadros e ainda no tear de papelão. Juan Ojea até brincou: Alex será fácil para você. Fácil nunca é, mas fazer a coisa ser divertida é essencial. Resolvi que ao invés de usar as técnicas da tecelagem, sairia do conforto para experimentar dar mil nós sobre estrutura de arame, para homenagear meu irmão Alysson Amâncio, um guerreiro que usa o corpo e a dança para viver melhor, e fez do seu sonho um objetivo de vida. Está lá no Cariri fazendo toda diferença. Parabéns Alysson Amâncio, por tudo, sou seu fã, tenho muito orgulho de você.
Ligo o som, minhas mãos dançam e amo.
Alexandre Heberte
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Receita de suco
Uma pausa no trabalho para tomar suco de cenoura, maçã, limão, gengibre e um piscar de canela,
chove desde ontem na cidade, ultimo dia do mês abril
domingo, 25 de março de 2012
Espaço da laçada
registro fotográfico Diego Linard
No espaço da laçada
pela amarração dos pedais
mil pedaladas…
imagens tecidas por Diego Linard
durante encontro com o mestre tecelão Manoel de Jesus.
“Via ele ali com seu instrumento de trabalho, olho grudado, mãos rápidas…"
Muitas vezes olhei para onde olhava, juntos. Ah! Que lindo…
Tanta coisa para ver nesse mundo, nos separávamos.
“Quando dava fé, cadê Diego”. Foi por ali, dizia Nis Brasil.
Catando o que só o olho pode catar. Tão individual de cada um o olhar. Mas quando somos muitos, e tantos flash, livros;
surpresa de (re-)ver a mesma coisa, só que pelo olhar do outro, de fora… De boca cheia. Eitá.
“Tudo dói tudo dói tudo dói
VIver é um desastre que sucede a alguns/ nada temos sobre os não nenhuns/ Que nunca viram
As cascas das árvores crescem no escuro/ as cascastas a 24 fotogramas por segundo/ os vocabulos iridescem/ os hipotálamos minguam
Tudo é singular
Dói/ Tudo dói (Canta GAL)
Mansidão…"vasto chão, sensação feliz, seda, linho, lã, cetim”.
Capim, mato, gato.
Amei Di, obrigado de coração pelo carinho, pela companhia, pela presença.
Alexandre Heberte














